Cinco provas da ida do homem à Lua

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Cinco provas da ida do homem à Lua

Mensagem por Gabriel Soares em Sex Ago 23, 2013 2:21 pm



1- Ninguém conspira quando meio milhão de pessoas sabem a verdade.


Se você juntar todo mundo que trabalhava na Nasa e nas empresas contratadas para desenvolver as espaçonaves — os astronautas, os engenheiros, os técnicos, os cientistas, os burocratas etc. –, são mais de 400 mil pessoas espalhadas pelos Estados Unidos, livres, leves e soltas. Nosso amigo Snowden já demonstrou como é difícil qualquer governo fazer algo muito controverso e manter isso em segredo por muito tempo. E tenho certeza de que muito menos gente trabalha no Big Brother do Obama do que no mamute que era o programa espacial americano nos anos 1960. Detalhe: esse segredinho teria de ser guardado durante cinco décadas. Até hoje, ninguém envolvido com o Projeto Apollo deu com a língua nos dentes, o que já consiste em evidência concreta de que as missões não foram encenadas.



Quem construiu este foguete não sabia quem estava dentro?2- Os caras trouxeram rochas lunares. Muitas rochas.


As pedras trazidas pelos astronautas do Projeto Apollo foram estudadas por muita gente, no mundo inteiro, inclusive entre os arquirrivais russos. Aliás, eles são os maiores defensores involuntários do sucesso americano, porque também colheram suas amostras lunares, em missões não-tripuladas da série Luna. Se houvesse uma discrepância de composição entre as pedras americanas e as russas, os camaradas certamente gritariam. Aí os teóricos da conspiração rebatem dizendo que as rochas americanas são reais, mas também foram trazidas — secretamente — por missões não-tripuladas. Só que tem um probleminha: é muita pedra. São 382 kg de rochas lunares americanas, contra 326 g das missões russas. O “k” de quilograma aí em cima é sinônimo de “mil vezes mais”.



Rochas lunares trazidas por Neil Armstrong e Buzz Aldrin, da Apollo 11


Para trazer esse monte de coisa lá de cima, os americanos precisariam de uma nave tão grande que… você adivinhou, tão grande que caberiam tranquilamente dois astronautas nela. Então, achar que eles mandaram a nave para lá vazia, magicamente usaram robôs dos anos 1960 (quem sabe iguais àquele da série “Perdidos no Espaço”?) para recolher mais de 50 kg de pedras em cada missão, e trouxeram a nave de volta automaticamente, para depois encenar o envio de astronautas, é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer burrice.


3- As missões deixaram “espelhinhos”.



O LRRR, experimento que consiste num espelhinho que rebate raios laser, levado pela Apollo 14


Um dos experimentos que os astronautas fizeram foi instalar pequenos dispositivos com espelhos na superfície lunar. Não era por vaidade. O objetivo era medir com precisão milimétrica a distância da Terra à Lua. Um laser disparado daqui chega até lá, é rebatido pelo espelhinho e volta. Contando o tempo de ida e volta (e sabendo qual é a velocidade da luz), eles podem calcular com precisão a distância. Legal, né? E o mais legal é que esses espelhinhos podem ser usados por qualquer um que tiver um laser dos bons (aqueles que apontam para a cara do goleiro no estádio não servem) para refazer o experimento. Será que os camaradas russos não teriam avisado seus colegas ianques de que os espelhinhos estavam com defeito e não rebatiam os lasers vermelhos deles? Ah, claro, os espelhinhos foram colocados lá pelas naves gigantes vazias que levaram os robôs do “Perdidos no Espaço” para colher as rochas lunares.

4- No espaço, todo mundo ouve você falar pelo rádio.


Os russos monitoravam as comunicações por rádio entre o controle da missão e os astronautas. Dava para ver que as transmissões vinham de onde os americanos diziam que vinham — da Lua. Há até quem alegue que as naves vazias enviadas pelos americanos para fingir que a missão estava rolando transmitiam diálogos gravados automaticamente, para enganar a turma do outro lado da cortina de ferro. Pode ser. Mas, de novo, era mais fácil mandar os astronautas até a Lua para valer do que combinar todas essas encenações ao mesmo tempo.

5- Tem fotos de satélite dos cacarecos deixados pelos astronautas.



Em resumo: os americanos foram mesmo à Lua, por mais que tentem nos convencer de que não é verdade. O que nos deixa com apenas uma pergunta que os teóricos da conspiração costumam fazer. Se o homem já pisou no solo lunar, por que nunca mais ninguém foi lá depois do Projeto Apollo?

A resposta é simples. Custa um caminhão de dinheiro, e não há mais Guerra Fria. Na época em que o Projeto Apollo estava se desenrolando, 5% do Orçamento do governo americano ia para a Nasa. Atualmente, esse valor é inferior a 0,5%, e com a crise econômica querem cortar ainda mais. Veja você, a Nasa sempre foi e continua sendo a agência espacial mais rica do mundo, que gasta anualmente cerca de 5 vezes mais que segunda colocada, a ESA, sua contraparte europeia. Ou seja, se ela não pode, os outros, muito menos.

Em resumo é isso. Quem quiser ler, saber mais curiosidades, segue o link: ↓

http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2013/08/23/cinco-provas-da-ida-do-homem-a-lua/

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Re: Cinco provas da ida do homem à Lua

Mensagem por El Mito' em Sex Ago 23, 2013 2:25 pm

Não sei se é burrice minha mas, cadê as estrelas? Não tem lá?
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